Desafios da Matemática, o projeto que une tangram e cálculos

Desafios da Matemática, o projeto que une tangram e cálculos

Desafios da Matemática, o projeto que une tangram e cálculos em Osasco na grande São Paulo, a iniciativa melhorou desempenho da escola na Olimpíada Brasileira de Matemática.
Como um dos jogos mais enigmáticos – e úteis – da humanidade podem se transformar numa poderosa ferramenta de aprendizagem? É o que a Escola Estadual Armando Gaban responde no “Desafios da Matemática”, uma série de aulas pensadas para ensinar matemática de um jeito divertido.

A iniciativa partiu da professora de matemática Maria do Carmo, que usou o tangram, uma espécie de quebra-cabeças de origem chinesa, para mostrar conceitos de geometria e frações equivalentes aos alunos. “Incentivamos eles a pintar e recortar peças coloridas de papel, além de desafiar os jovens a identificar cada uma das formas geométricas”, explica a professora.

Não apenas identificar. O desafio era feito sem consulta, e os alunos tinham um tempo para falar qual forma era e qual fração ela representava. Depois, os estudantes tinham que compor diferentes figuras e enumerar cada uma, trabalhando conceitos de grandeza, de quantidade.

Muito usado em sala de aula, o tangram tem uma origem, digamos, curiosa. Ninguém sabe ao certo de onde ele veio, quem inventou ou de onde surgiu. Mas existem diversas lendas a respeito do jogo, como explica Danielle de Miranda, Graduada em Matemática: “A lenda mais comentada é que um discípulo de um monge deixou uma porcelana cair em 7 pedaços, em forma de quadrado, paralelogramo e triângulo. Com essas peças ele notou que poderia construir de novo o vaso”, explica.

Depois do projeto em aula, os estudantes da Armando Gaban participaram da Olimpíada Brasileira de Matemática, que aconteceu em maio. Também fizeram as provas da APP – Avaliação da Aprendizagem em Processo. Todas usando os aprendizados do tangram.
Para o professor José Rodrigues, que leciona história, a atividade tem tudo para continuar e melhorar, ainda mais, o desempenho da escola nas olimpíadas. “Em 2018 tivemos um crescimento acentuado no IDESP e nosso objetivo é o de buscar um crescimento maior nesse ano”, explica.

Fonte: D.Dez 



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