Alternativas e estímulos contribuem em ensino de Matemática


Alternativas e estímulos contribuem em ensino de Matemática


Alternativas e estímulos contribuem em ensino de Matemática


Turmas do 1º ao 5º ano da Escola Evangélica de Carambeí incorporam conceitos matemáticos através de jogos e ferramentas pedagógicas diversificadas

O ensino matemático do 1º ao 5º ano da Escola Evangélica de Carambeí, sob supervisão da professora Ana Patrícia S. Rosa, conta com diversas mecânicas para a fixação de conteúdos. Através de uma proposta metodológica que busca facilitar a compreensão, a docente explica como o trabalho com Matemática é desenvolvida nas turmas do Ensino Fundamental I da instituição de ensino.


“O raciocínio-lógico é inerente à mente humana. No entanto, para que se desenvolva, precisa ser estimulado. A lógica fundamenta todo o raciocínio, não só o matemática. Sabendo dessa importância, nós da Escola Evangélica de Carambeí oportunizamos na disciplina de Matemática, aulas que possibilitam ao aluno pensar e ir a busca de diferentes alternativas para solucionar situações-
problema de forma autônoma, permitindo que construa sua própria linha de raciocínio”, aponta Ana Patrícia.

A professora também elenca que a constatação de que o estudante é capaz de descobrir e solucionar questões do gênero são altamente estimuladora, o que auxilia na construção e solidificação da aprendizagem. Com esses pressupostos, na rotina escolar, há inúmeras atividades concretas com materiais diversificados, o que oportuniza experiência, questionamentos, comparações e descobertas primordiais nestas fases de escolarização, o que leva os educandos a entender a importância de compreender a Matemática.

“Trabalhamos constantemente para o desenvolvimento do raciocínio-lógico concreto, base para aprendizagem posterior, oferecendo a oportunidade de desenvolver sua estrutura lógica da forma mais ampla possível para que tenha muito mais facilidade em articular os conteúdos pedagógicos que lhes forem apresentados, passando a ser agente da sua aprendizagem”, complementa a docente.
Nas aulas de Matemática, explica Ana Patrícia, percebe-se também o desenvolvimento das habilidades socioemocionais, devido a participação de jogos e desafios onde precisa se respeitar as regras, além do trabalho em equipe e o aprendizado ao lidar com frustrações. Tudo voltado a busca de soluções e resultados em prol do objetivo proposto. Por fim, a docente conta que o momento do jogo é o mais esperado por todas as turmas.

“Essa forma de apresentar a Matemática facilita a compreensão e os resultados são visíveis e rápidos, visto que as aulas tornam-se prazerosas e com um tempo maior de atenção de atenção e concentração dos alunos aos conteúdos apresentados. Jogar, criar, descobrir, solucionar e interagir para aprender matemática, isso realmente faz diferença”, conclui a professora.

Fonte: D. A rede  




             

Sobre o Autor

Valdivino Sousa é Professor, Matemático, Pedagogo, Contador, Bacharel em Direito, Psicanalista e Escritor. Criador do método X Y Z que facilita na aprendizagem de equação e expressão algébrica com objetos ilustrativos. Autor de mais de 15  livros e têm vários artigos publicados em revistas e jornais. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Equações Diferenciais Parciais, Matemática Computacional e Engenharia Didática, atuando principalmente nos seguintes temas: métodos numéricos, equações diferenciais, modelagem, simulações e  didática no ensino de Matemática. Além da Matemática atua há mais de 20 anos em Contabilidade e desde 2005 é Contador responsável da Alves Contabilidade. Outras atividades: Produtor de Conteúdo, Cientista de dados e Colunista Mtb 60.448. Semanalmente escreve para o portal D.Dez e Folha Online. Sobre: Comportamento, Educação Matemática e Desenvolvimento da Aprendizagem. E-mail: valdivinosousa.mat@gmail.com Whatsap: 11 – –9.9608-3728 Veja Biografia

   

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